quarta-feira, 3 de abril de 2019

Corpo e Mente


Foi na Grécia Antiga que se desenvolveram as primeiras especulações acerca da mente humana. Surgiam questões como a fonte do pensamento humano, o mecanismo da atividade cognitiva e a natureza das emoções.
Desde os primórdios da humanidade e em diferentes civilizações antigas, como Egito, Mesopotâmia, Índia e China, observa-se a construção de diversas perspectivas acerca da relação mente-corpo, contemporâneas entre si e que refletem uma preocupação fundamental em compreender como ocorre a relação entre nossos corpos e os fenômenos mentais.
A filosofia da natureza influenciou diretamente a visão de organização e funcionamento do corpo humano. O homem é compreendido como parte da natureza universal e, portanto, sujeito aos mesmos princípios os quais regeriam os fenômenos físicos. É a partir dessa nova forma de pensar que vemos uma organização e uma preocupação maior em se estabelecer, de forma racional e sistemática, um conhecimento a respeito da mente, e a sua relação com o corpo e como esse corpo funciona.
A estreita relação existente entre a filosofia e a arte da medicina possibilitou diversas especulações sobre a relação entre a mente e o corpo na Grécia Antiga.
Apesar de todas as discussões feitas pelos filósofos pré-socráticos, o primeiro a apontar o cérebro como sede da razão e centro de todas as sensações foi Alcmeon de Crotona, filósofo e médico. Considerou o cérebro como sede da sensação e da cognição e foi o primeiro a definir as diferenças entre os animais e os seres humanos, afirmando que estes seriam os únicos capazes de compreender, enquanto os animais poderiam apenas perceber. Disse, também, que todos os sentidos estão, de alguma forma, ligados ao cérebro.


Maria Castro

terça-feira, 2 de abril de 2019

O Pai da Antropologia Americana

O Pai da Antropologia Americana


A aculturação foi um processo descrito pelo antropólogo alemão Franz Boas, que observou como uma tribo era capaz de mudar as suas formas de caçar, coletar ou cultivar alimentos, através da observação do comportamento de pessoas de outras tribos.

(Franz Boas: 09/o7/1858 -  21/12/1942)

Trabalhou também para demonstrar que as diferenças no comportamento humano não são determinadas primariamente por disposições biológicas inatas, mas são em grande parte o resultado de diferenças culturais adquiridas através da aprendizagem social. Desta forma introduziu a cultura como conceito primário para descrever diferenças de comportamento entre grupos humanos.

Introduziu o conceito de relativismo cultural que pressupõe que cada um é influenciado pelas suas normas sociais culturalmente aceites, sendo então necessária uma visão neutra diante do conjunto de hábitos, crenças e comportamentos que a princípio parecem estranhos, que resultam em choque cultural.

Franz Boas foi também um dos opositores com maior destaque da sua época relativamente à popular ideologia do racismo científico. 
E em uma série de estudos inovadores sobre anatomia esquelética, ele mostrou que a forma e o tamanho craniano era altamente maleável ​​dependendo de fatores ambientais como saúde e nutrição, em contraste com antropólogos raciais que alegavam que a forma da cabeça era um traço racial estável.


Embora se consiga percecionar um certo racismo pertencente à sua realidade nas suas obras , pode dizer-se que Boas foi pioneiro nas ideias de igualdade racial que resultaram nos estudos de Antropologia Cultural da atualidade.






Mariana Pereira.

Bipolaridade

Perturbação bipolar 

  A perturbação bipolar é uma doença que provoca alterações no comportamento e leva uma pessoa à variação de momentos de felicidade e de depressão repentina. As "mudanças de humor" significam a alternância entre o estado eufórico e disfórico. 

 As 3 fases da bipolaridade


  "Mania" - A euforia destaca-se pelo estado de exaltação de humor, como o aumento da energia, sem qualquer justificação. Nesta fase, a pessoa não se encontra deprimido ou alegre por uma razão. A mudança de comportamento na euforia é súbita, o indivíduo não tem noção do seu estado ou tenta arranjar uma causa que justifique. A "mania" é caracterizada pela hiperatividade, o aumento da impulsividade e a obsessão com determinado assunto. 

 "Hipomania"- Esta fase é designada por um estado mais "leve". Geralmente, a pessoa sente-se mais sociável e extrovertida, mais dinâmica e com uma maior auto-estima. Este estádio, também chamado de ciclotimia,  não é elevado até aos extremos, isto é, não chega ao estado eufórico ou depressivo na sua totalidade. Em contrapartida, os sintomas causam uma forte perturbação ou dificuldade no funcionamento familiar ou ocupacional. 

 "Depressão/melancolia"- Esta fase é caraterizada pela falta de iniciativa ou vontade, prazer e energia; insonias e pensamentos obsessivos de desvalorização e de culpa. 


Bipolaridade tipos 1 e 2 


 Tipo 1- a pessoa tem ou já teve alterações significativas ou com alguma permanência em episódios maníacos, hipomaníacos ou depressivos, recentemente. Por exemplo, o aumento na atividade dirigida ou produtiva, ou comportamento e emocionalidade agitada, e pelo contrario, uma redução significativa do nível de interesse ou prazer na maioria ou em todas as atividades. 

 Tipo 2- a pessoa tem ou já teve, pelo menos um episódio depressivo, durante 2 semanas consecutivas na maior parte do tempo provocando uma modificação face ao seu funcionamento anterior. Por exemplo, o humor depressivo, a dificuldade em adormecer ou dormir mais que o habitual e dificuldades de raciocínio, concentração ou tomada de decisões. 


 A bipolaridade promove alternâncias de humor nos indivíduos que apresentam esta perturbação, prejudicando- os ou não, porem é necessária a máxima compreensão e atenção para ajudar quem experiencia este problema.  


Raquel Monteiro




Teoria Comportamental de Watson

Teoria Comportamental de Watson

John Watson (1878-1958), foi um psicólogo norte-americano e é considerado o fundador da psicologia do comportamento, ou então, behaviorismo, que foi uma das correntes predominantes da psicologia no século XX.
Watson entrou na Universidade de Chicago onde faz uma pós graduação em filosofia contudo acaba por entender que as áreas que realmente despertam o seu interesse são a biologia e psicologia.
Aos 25 anos tornou-se o mais novo doutorado da Universidade de Chicago e defendeu uma tese relativamente á relação entre o comportamento de ratos-brancos de e o sistema nervoso central.

O Comportamento 
Uma das sua principais preocupações foi desviar-se da psicologia tradicional que considerava que o estudo da mente era o objetivo da psicologia, contudo Watson discordava. Este afirmava que a psicologia teria de se afirmar como uma ciência objetiva e experimental. Watson não negava os estados mentais e a consciência mas considerava que esse não poderia ser o objeto de estudo da psicologia pois esses elementos eram constituintes da vida pessoal de cada indivíduo e não um objetivo de estudo de uma ciência.

Watson define a psicologia como a ciência que estuda comportamentos objetivamente observáveis que explica o comportamento em termos de relações entre estímulos e respostas.                                                     
                                                                      E → R

O behaviorismo de Watson defende o uso de observações objetivas do comportamento com o objetivo de estabelecer meios gerais do comportamento.
Para Watson o comportamento é resultado da influência do meio ambiente em que o indivíduo se insere e considera a aprendizagem como o processo psicológico mais importante.

Conceito de Comportamento 
De acordo com o behaviorismo clássico, o comportamento é a resposta de um organismo a uma situação.

        R = f (S) → O comportamento, a resposta (R), é função (f), isto é, depende da situação (S).

Basicamente, o comportamento não é determinada por apenas um estímulo mas sim por um conjunto complexo de estímulos que se designa por situação (S).
A cada situação corresponde um comportamento, ou seja, um conjunto de respostas:

Respostas explícitas: que são respostas diretamente observáveis.

Respostas Implícitas: que são respostas que não são oberváveis diretamente.

Esta teoria foi bastante criticada pois não permitia explicar a diversidade e a complexidade do comportamento humano.

Experimento Bebé Albert
Um dos seus mais famosos e duvidosos experimentos foi o experimento Bebé Albert.
Watson deslocou-se a um orfanato onde encontrou um bebé de 11 meses e este foi escolhido como cobaia para o ser experimento.
O objetivo do experimento era condicionar a criança para ter medo de um rato que este não temia antes do experimento.
Ao início quando o rato lhe era mostrado a criança queria brincar com ele.
Para ser possível estabelecer a relação de medo de Albert para com o rato, era feito um barulho enorme atrás da sua cabeça cada vez que o rato era mostrado e após um tempo a criança mostrou-se condicionada pois tinha ataques de choro cada vez que via o rato, e depois fizeram o mesmo com outros animais. Após o experimento a criança passou a ter medo de ratos, coelhos, peles brancas e até mesmo da barba do Pai Natal, tendo ataques de choro cada vez que os via, a vida da criança ficou bastante condicionada pois esta era bastante calma antes do experimento e após o mesmo passou a ter várias vezes ataques de ansiedade pois também foi submetida a testes durante meses.
Após o experimento havia um processo de remover o condicionamento da criança contudo esse nunca foi realizado, este experimento fez com que Watson fosse despedido da universidade onde trabalhava.

Contribuição de Watson para a Psicologia 
A teoria comportamental de Watson dominou a psicologia naquele tempo, contudo começou a perder esse mesmo domínio na década de 50 mas muitos conceitos são usados ainda nos dias de hoje, tais como o condicionamento e modificação do comportamento usados na terapia e o treino comportamental utilizado em pacientes para mudar comportamentos problemáticos e desenvolverem novas habilidades.


Nádia Pacheco, nº16, 12ºC 

O sono



                                 O sono


  Qual a importância do sono para a saúde
  O sono é essencial à nossa saúde. É durante o sono que ocorrem diversos processos metabólicos, através dos quais os corpo se recupera e desenvolve. 
  A privação do sono leva a uma queda de atenção, dificuldades em aprender novas tarefas motoras, alterações emocionais e dificuldades de memória.


 Fases do sono

  O sono ocorre de forma cíclica e cada ciclo apresenta vários estágios, alternando fases de sono profundo e leve. Em média cada ciclo dura entre 60 e 90 minutos.

 Estágio 1: é a fase inicial do sono, ou seja, a transição entre o estado de vigília e o sono. Pode durar de alguns segundos a até cerca de 5 minutos. É caracterizado pelo sono leve, do qual somos facilmente despertados. O estado de consciência é baixo e a atenção, reduzida. Nessa fase, o indivíduo pode ouvir e falar, mas, provavelmente, não irá se lembrar depois que acordar. Corresponde a cerca de 5% do tempo total de sono e pode ocorrer também durante a mudança de estágios. 

Estágio 2: ainda é uma fase de sono leve, mas não tanto como no estágio 1. Dura de 10 a 20 minutos. 

Estágio 3: é o início do sono profundo. A atividade cerebral torna-se mais lenta e o processo de recuperação fisiológica do organismo se inicia. Dura de alguns segundos até cerca de 5 minutos.

Estágio 4: sono profundo. Nesta fase diminuem a frequência cardíaca, a respiração e a temperatura corporal. É neste estágio que ocorre a produção de hormonios e dura cerca de 20 minutos.

Sono REM: também conhecido como estágio 5 ou sono paradoxal. No sono REM, os olhos se mexem rapidamente por baixo das pálpebras fechadas, porém o restante da musculatura do corpo permanece totalmente relaxada. O nome REM vem da sigla em inglês para movimentos rápidos dos olhos (rapid eyes movements). Nesta fase, embora a pessoa esteja a dormir profundamente, as ondas cerebrais possuem um padrão de atividade similar àquele da vigília, daí o nome sono paradoxal. Este estágio dura de 15 a 20 minutos e é nele que ocorrem os sonhos.


Distúrbios do sono

  A insónia é caracterizada pela dificuldade em 
adormecer ou por manter o sono por um período 
contínuo, levando à fadiga, falta de atenção e 
indisposição durante o dia. Pode ter origem 
emocional, como o stresse, ou fisiológica, como 
distúrbios hormonais ou neurológicos. 
  
A narcolepsia é um distúrbio pouco comum, marcado por episódios de sono súbito e incontrolável ao longo do dia, mesmo em situações inesperadas, como quando o indivíduo está de pé ou à conversa com alguém. Este sono possui curta duração e, geralmente, não ultrapassa 30 minutos. As causas da doença ainda não foram descobertas, mas, como costuma afetar vários membros de uma mesma família, acredita-se que exista um predisposição genética.
  
A apnéia do sono é caracterizada por pausas curtas e repetitivas da respiração durante o sono. Costuma-se classificar este distúrbio em dois tipos, dependendo da origem. Quando a apnéia é causada por disfunção no controle neurológico da respiração, é chamada de apnéia do sono central. Quando é provocada por obstrução das vias aéreas, é chamada de apnéia do sono obstrutiva.
  
O terror noturno é considerado uma manifestação severa do sonambulismo. Geralmente, o portador do distúrbio se levanta no meio do sono profundo, muito agitado, com a respiração e os batimentos cardíacos acelerados e, por vezes, gritando como se estivesse aterrorizado. Aparentemente, estes episódios não estão relacionados a pesadelos ou sonho perturbadores. Ao acordar, a pessoa geralmente não se lembra de nada.


Teorias sobre a função dos sonhos

  - Simulação de ameaça: esta teoria sustenta que as pessoas praticam nos sonhos como lidar com ameaças. Assim o indivíduo pode lutar contra leões, escapar de uma gangue ou responder com firmeza quando é humilhado. São simulacros.
  - Consolidação da memória: essa teoria afirma que à noite o cérebro está trabalhando na compilação de lembranças. Assim, o estranhamento que às vezes se manifesta nos sonhos pode ser resultado da tentativa do cérebro de vincular duas coisas que normalmente existem de forma independente, mas precisam se relacionar.
  - Redução do medo: essa teoria diz que aprendemos ou acumulamos muitos medos quando estamos acordados, e ao dormir, reduzimos as preocupações ao sonhar com nossos temores, mas possivelmente em um contexto diferente. Isso ajudaria a eliminar ou reduzir o medo. Balgrove adverte: "Existe a possibilidade de o sonho falhar. Neste caso, se transforma em pesadelo e dá medo".
  Mas também existe quem acredite que os sonhos sejam premonitórios, a maioria das pessoas concorda com esta ideia.

  A importância dos sonhos

Em psicoterapia a análise dos sonhos é uma ferramenta essencial no processo de autoconhecimento. A maioria dos psicoterapeutas utilizam dessa ferramenta para compreender seus pacientes.

  A análise dos sonhos, em psicoterapia começou com Sigmund Freud, que em 1900, lançou a obra inovadora chamada 'A Interpretação dos sonhos', onde ele notou que os sonhos nos mandam mensagens oriundas o inconsciente. Sendo essas mensagens provenientes de materiais reprimidos pela nossa consciência, principalmente de cunho sexual e agressivo. Ou seja, eram desejos secretos que muitas vezes, por repressão da sociedade ou da própria pessoa, não podiam ser realizados.

  Para Freud, então, o sonho seria a realização de forma disfarçada de desejos reprimidos.

  Com Carl Jung, os sonhos adquiriram uma importância ainda maior e passaram a não se limitar a conteúdos recalcados pela consciência.

  Os sonhos passaram a ser, além de importante fonte de informação, um instrumento altamente educativo, pois mostram de forma espontânea e simbólica a situação atual do inconsciente.
  Para Jung, o sonho é o que é, sem disfarces. Ele é uma força orientadora o ego, que muitas vezes pode negar, confirmar ou modificar uma atitude consciente.

  Suas principais funções são a de compensar uma atitude extremamente unilateral, e até antecipar uma realização consciente, mas sua principal função é a de nos ensinar assim como o Mestre Jesus nos ensinou, por meio de parábolas simbólicas.


Bruna Castro nº6 12ºc

Aculturação equivale à destruição de culturas?

Aculturação equivale à destruição de culturas?


Com a crescente globalização a aculturação tornou-se um dos aspetos fundamentais na sociedade. Sendo o contacto e interação entre elementos culturais, e/ou entre pessoas pertencentes a culturas diferentes, por consequente, emancipado.
Posto isto, será que a aculturação é realmente responsável pela destruição ou o desgaste de culturas, como é visto por muitos?

Primeiramente, devemos ter uma noção de que aculturação é um processo dinâmico de mudança social e cultural que acontece pelo contato contínuo (direto ou indireto) entre indivíduos pertencentes a culturas distintas.
Esses grupos são influenciados por elementos diversos, e assim, vão criando novas estruturas, originando novos hábitos, novas matérias-primas, novos alimentos, novas formas de fazer e compreender o mundo, resultando portanto numa nova cultura.



É importante destacar que os valores e os costumes de um determinado povo se podem alterar de acordo com a “dinâmica do próprio sistema cultural”, embora de forma mais lenta e gradual.
O processo de aculturação pode ocorrer de forma dita natural, já mencionada a cima, ou por oposição de forma menos branda, mais radical, mais impositiva, mais rápida, como é caraterístico do colonialismo, onde imposição de valores e costumes se fomenta resultando na assimilação forçada de aspetos culturais entre os povos.

Mas não existe um sistema cultural que seja tocado exclusivamente pela "dinâmica do próprio sistema cultural", devido à possibilidade remota da isolação de uma sociedade do restante panorama mundial.
E tendo em conta que o processo de aculturação se dá de forma recíproca, onde as partes adotam caraterísticas culturais de ambas, existirão sempre particularidades de outras culturas em sociedades em que a diversidade e o contacto entre grupos de culturas diferentes estejam presentes.

Excetuando casos em que instaurem regimes que priorizem o genocídio cultural de uma etnia específica, durante um longo período de tempo, de acordo com o seu processo “natural”, a aculturação dá-se de acordo com as necessidades do(s) grupo(s) em questão.



Finalizando e atendendo à evolução natural, não se pode parar a evolução, uma vez que o "homem se adapta, primeiro, acomoda-se, depois, e por fim assimila as ideias que entretanto também evoluíram."

Posto isto, deixo-vos uma citação que penso ser pertinente: 
O caminho é sempre para melhor e, por mais que se queira, não se pode parar a evolução. - Mário Bacelar Begonha


Mariana Pereira.

Conceito de Desenvolvimento Psicossexual de Sigmund Freud


A teoria do desenvolvimento psicossexual faz parte da obra de Sigmund Freud, considerado o pai da Psicanálise, e defende que as crianças, desde o seu nascimento, têm sensações de prazer e satisfação sexual. Esta teoria pode ser um pouco controversa uma vez que se associa a satisfação sexual à sexualidade do adulto, embora esta ideia nao esteja correta. Esta teoria afasta-se das conceções moralistas vividas até então e dá relevância aos instintos inatos dos indivíduos.
desenvolvimento psicossexual divide-se em várias fases consoante a faixa etária:
· Fase oral: o bebé obtém prazer e conforto através da boca. Ou seja, comportamentos como mamar, beber algo pelo biberão ou estar com a chupeta na boca fazem o bebé sentir-se bem.
· Fase anal: o maior foco de satisfação da criança é o ânus, nomeadamente através das fezes.
· Fase fálica: nesta fase a zona de erotização primordial da criança é o orgão sexual, começando aqui a tocar no seu orgão.
· Fase de latência: esta fase dura até ao início da adolescência e é marcada por "intervalo" no desenvolvimento da sexualidade,  onde há um menor interesse nas atividades sexuais.
· Fase genital: é o último estádio de desenvolvimento da sexualidade, sendo que o foco do prazer nao está tanto no proprio corpo mas num objeto externo ao individuo, nomeadamente no parceiro com quem tem uma relação.

                                                   Miguel Monteiro 12°C