sábado, 1 de junho de 2019

Cultura


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O que é a cultura? 

A cultura é o conjunto de formas e expressões que caracterizarão no tempo uma sociedade determinada e que serão transmitidas às gerações seguintes. Pelo conjunto de formas e expressões, entende-se e inclui-se os costumes, crenças, práticas comuns, regras, normas, códigos, vestuário, religião, rituais e maneiras de ser que predominam na maioria das pessoas que a integram.


Padrões culturais

Os padrões culturais são o conjunto de comportamentos, práticas, crenças e valores comuns aos membros de uma cultura.

Resultado de imagem para padrões culturaisCada cultura tem em comum:
  • Língua;
  • História;
  • Religião;
  • Costumes e valores;
  • Organização social; 
  • Artefactos ( pintura, musica, ect..)
  • Hábitos;
  • Moral.
Existe alguns conceitos em ter em conta em relação aos padrões culturais, tais como:

Aculturação: A aculturação resulta do contacto contínuo entre indivíduos de diferentes culturas, provocando mudanças nos padrões culturais existentes, mudanças essas que tanto as podem enriquecer, como eliminar por completo, ou seja, os padrões culturais não são estáticos, contactam uns com os outros, originando o processo de aculturação.

Desculturação: A desculturação é o processo de perda ou destruição do património cultural, o que pode incluir apenas alguns elementos culturais ou toda uma cultura (pode acontcer de um modo traumático, como em situações de extermínio ou de genocídio).

Enculturação: O indivíduo interioriza os padrões culturais através do processo de socialização.

Influência dos conceitos na história pessoal:

Os conceitos variam de cultura para cultura e influenciam de diferentes formas na história pessoal de cada individuo. 
ExemploA mulher é vista de formas diferentes no médio ocidente e no médio oriente.

No médio ocidente a mulher tem direitos, tais como: 
  • Civis;
  • Trabalho;
  • Penal;
  • Privacidade; 
  • Liberdade e à segurança social; 
  • Saúde;
  • Construir relacionamento conjugal. 
No médio oriente a mulher não tem qualquer tipo de direito:
  • Não podem conversar com homens na rua a não ser da sua família;
  • Não podem entrar nos cemitérios por serem demasiado emotivas;
  • Não tem direito de andar de bicicleta por ser um ato que chama atenção aos homens;
  • Não podem ir na parte da frente nos metros, pois esse lugar é maior e para os homens. As mulheres devem de ir na parte de trás dos metros. 
  • Não tem o direito de entrar em competições desportivas; 
  • Não podem viajar sozinhas;
  • Foi proibida a venda da boneca barbie. É considerada uma ameaça para a moralidade e foi substituída pela Fulla. Essa é uma boneca criada na Síria. Elas possuem coleções de véus, cozinham, cantam, rezam e não tem namorados.
Resultado de imagem para direitos das mulheres no medio ocidente e oriente

Concluindo:
A cultura envolve um conjunto multidimensional e diversificado de fatores que nos permitem compreender as sociedades humanas no seu específico contexto espacial e temporal, determinante de comportamentos. Daí surge parte da sua grande importância.

Filipa Silva nº8

domingo, 26 de maio de 2019

Processos fundamentais da cognição social- Impressões


As pessoas que passam pela nossa vida distribuem-se por escalões que vão da indiferença quase completa a um convívio/relacionamento muito próximo. As pessoas que exercem influência sobre nós podem representar um:
  • Papel esporádico, como aquelas a quem nos dirigimos a solicitar uma informação;
  • Papel secundário, como as que cumprimentamos por ocasionalmente nos terem sido apresentadas;
  • Papel principal, como é o caso dos nossos familiares, professores, amigos, inimigos, patrões, namorados, etc.

Entre nós e todas estas pessoas, realizam-se tentativas mútuas de conhecimento e avaliação que dão origem à formação de impressões sociais, que são processos práticos e eficazes de sabermos como as pessoas são, como agem e porque agem dessa maneira.

Conceito de impressão: noções criadas espontaneamente no contacto com as pessoas, que nos fornecem um quadro interpretativo para as julgarmos no que elas são e nas suas reações.

As impressões respeitam à avaliação global de uma pessoa, baseada em informações várias, que podemos obter diretamente ou através de outras pessoas. Estas avaliações permitem a organização da sociedade em categorias, associando-as por afinidades, reduzindo-se desse modo a complexidade do mundo social.

Miguel Monteiro 12°C

quarta-feira, 22 de maio de 2019

O Cérebro



Elementos estruturais e funcionais do sistema nervoso
O responsável por comportamentos complexos e simples: pensamento, memória, imaginação e linguagem.
O processo inicia-se nos órgãos dos sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) que captam as informações (mecanismos de receção). O Sistema nervoso é responsável por interpretar estas informações, eu vai também coordenar e determinar as respostas aos estímulos que receberam (mecanismos de coordenação) e são os músculos e as glândulas que efetuam as respostas (mecanismos de reação).
  • Mecanismos de receção: recebem os estímulos de meio interno e extremo, são os órgãos dos sentidos.
  • Mecanismos de coordenação: são o sistema nervoso central e o sistema nervoso periférico e são estes sistemas que coordenam as informações recebidas e determinam as respostas pelos efetores.
  • Mecanismos de reação: são os músculos e glândulas que são responsáveis por dar respostas e realizar a reação aos estímulos.
Neurónio

O sistema nervoso é constituído por células e aqui podemos encontrar dois tipos:
  • Neurónios
  • Células Gliais
Os neurónios são responsáveis por grande parte das funções do nosso sistema nervoso enquanto que as células gliais fornecem os nutrientes, tais como oxigénio e glicose, que servem de alimento e proteção para os neurónios.
vários tipos de células gliais sendo os astrócitos os que mais se destacam por são os que regulam o desenvolvimento dos neurónios.



Constituição do Neurónio 

Os neurónios são compostos por 3 componentes:



Corpo Celular: contém o núcleo que é o armazém de energia da célula.
Dendrites: são as extensões do corpo celular e são parecidos com os ramos de uma árvore, elas recebem e transmitem informação de e para outras células.
Axónio: é o prolongamento mais extenso do neurónio e é este o responsável para que os neurónios transmitam informação uns para os outros ou entre um neurónio e outras células.

Tipos de Neurónios: 
Existem três tipos de neurónios, todos com diferentes funções:
Neurónios aferentes ou sensoriais: são maioritariamente afetados pelas alterações ambientais. Recolhem e conduzem as mensagens da periferia para centros nervosos tais como o espinal medula e o encéfalo.
Neurónios eferentes ou motores: transmitem as mensagens dos centros nervosos para os órgãos efetores.
Neurónios de conexão ou interneurónios: são responsáveis por interpretar informação e dar as respostas. Este atividade torna possível as nossas funções como a capacidade intelectual, emoções e o nosso comportamento.
Em todos os nossos comportamentos, desde dos complexos aos mais simples, estão sempre envolvidos os três tipos de neurónios. 
Sinapse e Comunicação Nervosa
Não existe relação física entre os neurónios e na transmissão de informação ocorre um processo peculiar. 
As mensagens são transmitidas através da sinapse. 

O que é a Sinapse?
A sinapse é a junção funcional onde vai ocorrer a transmissão de informação entre neurónios ou entre neurónios e células. 
A transmissão de impulsos nervosos é a principal função dos neurónios e quando este é estimulado as suas características químicas alteram-se e produzem uma corrente e esta mesma corrente que circula nos nervos é chamada de influxo nervoso.
Falamos em "mensagem" pois o influxo nervoso é uma instrução que se dá à célula para ela fazer algo. 

Nádia Pacheco, nº 16, 12º C

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Emoções

O que são?

Poderíamos defini-las como a “cola da vida”, aquela matéria invisível, mas intensa, que nos conecta às pessoas, que nos permite ser participantes da realidade, rindo dela, admirando-a, nos surpreendendo diante de suas maravilhas e nos entristecendo também com seus dissabores. Poucas condições desprendem tanto mistério como as emoções, estas fazem parte da nossa cultura, educação , sexo ou o país de origem, entre outros fatores.

Iremos seguidamente abordar as oito principais emoções sentidas pelos humanos:

Alegria

A alegria é considerada uma emoção primária, que surge a partir de determinados estímulos positivos do ambiente de convívio humano.

Ela talvez seja considerada a emoção mais sentida positivamente, pois ela é capaz de expandir o ego e contagiar a todos os que estiverem mais próximo. Ela pode ser vivenciada ao desfrutar de bons momentos da vida com prazer, seja sozinho ou com amigos, familiares, etc.

Seus efeitos refletem sempre em impulsos fortalecedores e um elevado fluxo de energia geral, tendo como consequência uma tendência a aproximação física, como toques, abraços, entre outros.

Tristeza

Também caracterizada como uma emoção primária, a tristeza provoca sensações que são opostas a alegria, como baixa estima, solidão, depressão, etc.

Normalmente, ela é acionada como uma frustração a algo em que se criou muita expectativa positiva, gerando um sentimento negativo.

O mais comum é que se possa expressar a tristeza através de palavras e gestos, como chorar ou se recluir do meio social, para poder recuperar e estabilizar a energia.

Raiva

A raiva também é considerada uma emoção primária, que é acionada quando o ser humano necessita de energia para superar obstáculos ou ameaças à sua vida ou condição de vida.

Ela funciona como uma reação instintiva ao primeiro sinal de ameaça, podendo ter reações como movimentos violentos de ataque ou de defesa.

A raiva pode ter como consequência reações como revolta, indignação, ira, entre outros.

Medo

Apesar de ser considerado como uma emoção primária, o medo se caracteriza como um impulso negativo, que pode impedir qualquer ação que possa colocar a vida do ser humano em perigo.

Entretanto, o medo também ensina a ter respeito e limite nas atitudes, além de motivar os indivíduos a superar esta limitação.

Surpresa

A surpresa é tida como uma sensação reativa a algum acontecimento que não era esperado, seja ela positiva ou negativa.

Também considerada como uma emoção básica, ela pode se manifestar a partir de impulsos nervosos, originados da liberação de adrenalina no sangue. Ela e capaz de aumentar o ritmo cardíaco da pessoa que a vivencia.

Afeto

O afeto também é considerado como uma emoção básica do ser humano.

Ele caracteriza-se como um sentimento positivo e presente nos estados de amor e carinho, nas mais diversas instâncias das relações humanas: maternal, fraternal, filial, romântico, etc.

Ele é bastante relacionado com outros sentimentos positivos, induzindo a uma aproximação física que transmita a ideia de proteção.

Aversão

A aversão pode ser considerada como uma emoção secundária, pois ela pode se originar de outras emoções.

Normalmente, ela se caracteriza como um sentimento de repulsa ou repugnação, que afasta algo ou alguém que transmita sentimentos negativos.

Ela pode se apresentar como uma certa repulsão a algo que não se considere correto ou positivo.

Confiança

Também considerada como uma emoção secundária, a confiança pode apresentar níveis elevados de outras emoções.

Ela consiste em um sentimento de segurança ou firme convicção que uma pessoa venha a ter a outra pessoa ou a algo. Entretanto, ela também pode se relacionar com a presunção de si próprio.

Ana Sousa Nº3 12ºC

quarta-feira, 3 de abril de 2019

PROCESSOS CONATIVOS

Definir conação.
Conação é um termo usado para referir a capacidade de aplicação de energia intelectual a uma tarefa, da forma necessária e ao longo do tempo, para que uma solução seja alcançada, para que a tarefa seja completada. É um conjunto de processos que se ligam a execução de uma acção ou comportamento, que movem o ser humano num dado sentido.
No fundo, conação é a motivação, o empenho, a vontade e o desejo que move os indivíduos em direcção a um fim ou objectivo que, ao dar sentido à sua acção, faz com que esta tenha significado para ele.
Caracterizar os processos conativos: tendência e intencionalidade.
A intencionalidade de um pensamento, emoção, percepção, etc. existe quando esse mesmo pensamento, emoção ou percepção é acerca de algo. Isto é, dizer que um estado mental tem intencionalidade significa que ele é acerca de alguma coisa. Por exemplo, quando pensamos, pensamos acerca de alguma coisa, logo o pensamento é intencional; quando sentimos, sentimos em relação a alguma coisa, logo o sentimento é intencional.
A tendência é o impulso espontâneo que orienta a conduta do indivíduo, vai do sujeito para o objecto, responde a uma necessidade interna e leva-nos a concretizar os nossos próprios objectivos. É omnipresente, persistente e inacabada. Face a uma necessidade, um desequilíbrio, há um impulso ou tendência que nos leva a querer satisfazê-la rápida e eficazmente. Depois da resposta dada, encontramo-nos saciados e, por isso, reequilibrados.

tendências são a força e a energia motivacional e podem ser primárias ou secundárias: as primárias acontecem desde sempre e são independentes da aprendizagem (ter fome, sede, frio), enquanto as secundárias são aprendidas nos processos de socialização e correspondem a necessidades sociais (tendência para as línguas ou para o desporto, ou para as ciências). Quanto ao objecto, as tendências podem ser individuais quando se relacionam com os interesses pessoais do indivíduo, sociais quando estão na base de interacções sociais e têm a ver com as relações com os outros e ideais se se relacionarem com a promoção de valores intelectuais, estéticos ou éticos.

                                                                                                    Hugo Pinto Nº09 12C

Síndrome de Estocolmo


Síndrome de Estocolmo 

Esta síndrome teve origem num assalto ao Kreditbank, na capital sueca, que durou desde 23 a 28 de agosto de 1973 e remete para um estado psicológico em que a vítima desenvolve atitudes de simpatia e afeto para com os sequestradores que podem durar até mesmo após o resgate das vítimas e foi também o que aconteceu nesse assalto. Mesmo após terem sido prisioneiras durante seis duas as vitimas continuavam a defender os sequestradores e mesmo nos seguintes processos judiciais mostravam-se                                                                                              reticentes.
O nome foi dado pelo psicólogo Nils Bejerot que colaborou com a polícia durante este processo e após isso vários psicólogos de todo o mundo passaram a usar esse termo. 

O que é exatamente a Síndrome de Estocolmo?
Ao início as vítimas identificam-se com o sequestrador por um meio de retaliação ou mesmo violência e pequenos gestos "amáveis" são grandes feitos na cabeça das vítimas pois estas não têm capacidade para ver a realidade e o perigo que enfrentam. Os sintomas desta síndrome são claramente vistas através de um stress tanto físico como emocional extremo por parte das vítimas, esta ilusão também é uma estratégia de sobrevivência por parte das vítimas de sequestro. 
É bastante importante destacar de que este processo desenvolve-se sem a vítima dar conta disso mesmo, a mente do refém desenvolve este mecanismo de ilusão para a sua própria proteção, ou seja, a identificação emocional e afetiva com o raptor acontece de forma a que a vítima se afaste emocionalmente da realidade violenta á qual a pessoa está a ser submetida. 
Contudo as vítimas não se tornam totalmente entregues á ilusão e estão alerta da realidade perigosa que enfrentam sendo que muitas delas tentam na mesma escapar mesmo estando mantidas em cativeiro durante longos períodos de tempo e é importante destacar que nem todas as vítimas sofrem traumas após o final da situação. 

Patty Hearst 
O caso mais famoso conhecido desta síndrome é o caso de Patty Hearst, que desenvolveu a síndrome após ter sido raptada durante um assalto a um banco em 1974. 
Após ter sido libertada Patty juntou-se aos seus raptores e foi viver com eles e participou também em assaltos a bancos realizados por esse grupo de extrema-direita. 
Esta síndrome não é só desenvolvida em vítimas de rapto, pode ser também desenvolvida em vítimas de cenário de guerra ou também em contexto de violência doméstica, onde a mulher continua a amar o companheiro e defende-o como se as agressões fossem normais. 

Música 
Várias bandas e cantores lançaram músicas que falavam desta síndrome, uma delas sendo a banda britânica, One Direction, que fala da Síndrome de Estocolmo mas do ponto de vista da vítima. 

De quem é aquela sombra que me mantém refém?
Eu estou aqui á dias, 
De quem é esse sussurro que me diz que nunca irei escapar? 

Eu sei que eles vão me encontrar em breve 
Mas tenho medo de que já me estou a habituar 
A ser segurada por ti 

Vê o que me fizeste 
Vê o que me fizeste agora
Eu nunca irei conseguir fugir 
Se me continuares a segurar dessa maneira 

Quem é aquele homem que te segura
E que fala dos teus olhos?
Costumava cantar sobre a liberdade
Mas agora mudou de ideias

Eu sei que ele vão me encontrar em breve 
Mas a minha síndrome de Estocolmo está no quarto 
Sim, eu apaixonei-me por ti 

Nesta letra podemos observar que a vítima desenvolveu laços afetivos com o raptor tendo na mesma consciência do perigo mas desenvolve esta síndrome para a sua proteção. 


Nádia Pacheco, nº16, 12º C 




A construção da identidade

Imagem relacionadaO Homem, ser social, inicia o desenvolvimento da sua identidade através da iteração que mantém com o meio em que vive. A construção da identidade apresenta características diversas em razão das diferenças culturais. A cada experiência vivida, a cada problema enfrentado, influência o processo de construção da identidade.
A identidade pessoal é o sentimento intrínseco de ser o mesmo, permitindo que nos reconheçamos como sujeitos únicos, como atores das nossas experiências passadas, presentes e futuras. " Eu sou eu, diferente de todos"

Características da identidade: 
  • Realização: a identidade remete para a realização de si próprio através da ação. Construímos-nos, agindo. A continuidade é assegurada pela mudança; 

  • Continuidade: sentimento de nos reconhecermos os mesmos ao longo do tempo;
  • Estabilidade: representação mais ao menos estruturada, estável, que temos de nós próprios e e que os outros têm de nós;
  • Unicidade: um comportamento com determinadas características que reflete a ideia de unidade, de coerência, de nós próprios; 
  • Diversidade: corresponde ao facto de sermos várias personagens numa única pessoa ( aluno, filho, amigo, elemento de uma banda, de um clube, ect..);
  • Autoestima: a identidade está ligada a uma visão positiva de si próprio.
Imagem relacionadaDesde o seu nascimento o individuo inicia uma longa interacção com o meio em que está inserido, a partir do qual constituirá não só a sua identidade, como a sua inteligência, seus medos, sua personalidade, etc. O recém-nascido não tem consciência da sua identidade, é o corpo que vai ser a base do sentimento de identidade através das interações que estabelece com o ambiente. 
A construção da identidade é considerada a tarefa mais importante da adolescência, pois é uma fase em que os indivíduos começam a reafirmar os seus objetivos e ideias.

Os adolescentes vão desencadear uma grande alteração na identidade sofrendo alterações. Tais como:

  • modificações corporais que decorrem do funcionamento da glândulas sexuais vão modificar profundamente a aparência física do jovem; 
  • o corpo infantil vai ser agora um corpo sexualizado que é gerador de grande ansiedade e insegurança; 
  • mudanças de humor, a alternância de estados psicológicos em que domina a alegria para, logo a seguir, a tristeza aprofundam os sentimentos de insegurança;
  • progressivo distanciamento dos pais; 
  • o grupo de pares passa a ser a referência privilesendo fonte de modelos de identificação para o adolescente;
  • a família e os professores assumem um papel importante nesta construção, tal como os programas televisivos, uma vez que servem de referência para os adolescentes, pois estes seguem os seus modelos.
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Erik Erikson 
Segundo Erikson, há a possibilidade de ser formar o que se designa por identidade negativa, que pode ocorrer quando o jovem se opõe a todas as normas e valores, o que pode conduzir, entre outros registos, à formação de gangues.  Estas mudanças de passagem de criança para adulto, são marcadas, em muitas sociedades, por rituais de passagem que são meios facilitadores deste processo de adaptação.









Concluindo: 
No final da adolescência o jovem obtém uma identidade cumprida, isto é, ele será capaz de sentir uma sequência interior e um seguimento do que significa para as outras pessoas.

Filipa Silva nº8